O incidente ocorreu quando o policial, a bordo do veículo Ford Focus prata, invadiu uma área claramente sinalizada onde a "Meia Maratona" de Porto Velho estava prestes a começar. Os organizadores asseguraram que todo o circuito estava devidamente iluminado e sinalizado para a segurança dos participantes.
O acidente deixou várias pessoas feridas, entre elas, o locutor do evento, Gustavo Sete, e uma atleta de 43 anos do Acre, que sofreu lesões graves na perna.
Após o atropelamento, o policial civil fugiu do local, desencadeando uma perseguição liderada por uma oficial da PM que estava de folga e presente no evento.
Após a fuga, o policial, com dois pneus do carro estourados, atravessou o canteiro central da Avenida Nações Unidas e foi finalmente detido pelas autoridades. Durante sua prisão, ele exibia claros sinais de embriaguez, recusando-se a fazer o teste de etilômetro. Diante disso, os militares elaboraram um termo de constatação de embriaguez.
Na segunda-feira, o juiz de plantão no Fórum Geral converteu a prisão em flagrante do policial em prisão preventiva, levando-o a enfrentar as acusações de embriaguez ao volante, omissão de socorro, direção perigosa e lesão corporal.
Após a fuga, o policial, com dois pneus do carro estourados, atravessou o canteiro central da Avenida Nações Unidas e foi finalmente detido pelas autoridades. Durante sua prisão, ele exibia claros sinais de embriaguez, recusando-se a fazer o teste de etilômetro. Diante disso, os militares elaboraram um termo de constatação de embriaguez.
Na segunda-feira, o juiz de plantão no Fórum Geral converteu a prisão em flagrante do policial em prisão preventiva, levando-o a enfrentar as acusações de embriaguez ao volante, omissão de socorro, direção perigosa e lesão corporal.

