Garon Maia, falecido em junho de 2019, foi responsável pela abertura de mais de 50 fazendas ao longo de sua vida
O legado do saudoso pecuarista Garon Maia está cada vez mais colocando a pecuária de Rondônia em evidência no cenário nacional. Seus sucessores estão produzindo novilhas de 12 meses com média de 18 arrobas. Assista ao vídeo abaixo e confira essa história.
A história da família foi o grande destaque no quadro Giro pelo Brasil desta segunda-feira, 13. A produção veio da fazenda Ivipitã, no município de Corumbiara.
Garon Maia, falecido em junho de 2019, foi responsável pela abertura de mais de 50 fazendas ao longo de sua vida.
A produção veio dos pecuaristas Porthos Pádua Maia e seu filho Antônio Maia (filho e neto de Garon, respectivamente) e do irmão de Garon, Sebastião Maia.
A história foi detalhada pelo zootecnista e originador Andrey William da Silva Ferreira, da unidade da Friboi de Vilhena.
PRODUÇÃO DE NOVILHOS SUPERPRECOCES
Os produtores levaram para o abate um lote de novilhas com genética Angus. O gado mais jovem era superprecoce com 12 meses.
Os animais são irmãs de um outro lote de bovinos que chegaram a uma média de peso de 30 arrobas.
A produção surpreendente vai em linha justamente com uma pecuária sustentável, abatendo animais cada vez mais cedo e que agregam valor ao produtor.
Todas as novilhas foram classificadas pelo Protocolo 1953, que mais valoriza o pecuarista por produção de bovinos de carne de qualidade.
O QUE É O PROTOCOLO 1953?
Lançado em 2018, o Protocolo 1953 privilegia os pecuaristas que trabalham para obter animais que garantem carne macia, saborosa e suculenta.
Entre as regras básicas para que um animal desta grife de carne seja certificado, está o grau de sangue (ter no mínimo 50% de sangue de raças taurinas).
CLIQUE ABAIXO e assista o vídeo.
Fonte: Giro do Boi

