Segundo Rafael, não foi possível confirmar se a serpente caiu de um carro, como chegou a ser divulgado em grupos no WhatsApp, ou se ela despencou de uma das árvores da via pública. A jiboia, no entanto, não estava ferida e será solta pelo próprio biólogo na natureza.
Fonseca explicou que, nesta época do ano, durante o período de chuvas, aumenta a proliferação de anfíbios, como sapos e rãs, que são a base da alimentação de cobras, por isso a presença delas na área urbana também se torna mais comum. O desmatamento e as queimadas também trazem esses ofídios para a cidade.
Segundo o biólogo, a jiboia medindo cerca de um metro e meio não tem veneno e, por isso, não ataca as pessoas. Mesmo assim, muitas delas acabam sendo mortas nas ruas e quintais por desinformação.
Rafael pede para que os vilhenenses parem de matar esse tipo inofensivo de cobra. Quem precisar lidar com essa situação deve ligar para o Corpo de Bombeiros (193), para a Semma, através do número (69) 9 8471-2971 das 07:00 as 13:00h, ou para o próprio biólogo pelo número (21) 97646-1407 (que também funciona como WhatsApp).
Folha do Sul Online

