De acordo com a instituição de ensino, a mobilização foi uma iniciativa dos alunos de medicina. Por volta das 9h eles formaram um círculo, deram as mãos entre si e oraram pelo médico.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2019/x/d/Hj4840Qk2c92PQdd3oUA/whatsapp-image-2019-03-07-at-09.21.41.jpeg)
Alunos se reuniram às 9h desta quinta-feira (7), em Porto Velho — Foto: Reprodução/ Redes Sociais
Nas redes sociais, a faculdade publicou uma nota de repúdio contra o atentado sofrido pelo professor. A instituição diz se solidarizar com a família e amigos do médico e reforça seu compromisso com a luta contra todo e qualquer tipo de violência.
Internautas comentaram lamentando a agressão, se solidarizando com a família da vítima e desejando melhoras ao médico.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2019/l/Q/PVDE46S4uF4nyN07C7cA/sem-titulo.jpg)
Internautas lamentam o atentado contra o médico Gladson Siqueira, em Porto Velho — Foto: Reprodução/ Redes Sociais
O caso
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2019/T/B/kpriH4RMOBUvU15Y7rJg/img-professor-atingido-2.jpg)
Gladson Siqueira, médico que sofreu atentado enquanto chegava no plantão — Foto: Reprodução/Rede Amazônica
O médico Gladson Siqueira ficou ferido na manhã da última quarta-feira (6) depois de ser atacado com ácido, no estacionamento do Centro de Medicina Tropical de Rondônia (Cemetron), em Porto Velho. Ele chegava para o plantão no momento do ataque. O rosto da vítima ficou queimado.
Segundo informações de uma testemunha que trabalha próximo ao local, o suspeito chegou em uma moto, parou ao lado do carro do médico, iniciou uma conversa e jogou ácido na vítima. Nesse momento o médico esboçou reação com sua arma de fogo e o suspeito revidou, dando início a uma troca de tiros. Testemunhas relatam que ouviram de cinco a seis disparos.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2019/9/9/4JG4AqSh6l4dKjOKyn4g/whatsapp-image-2019-03-06-at-09.37.11.jpeg)
Garrafa onde estava o ácido — Foto: Pedro Bentes/ G1
No início da noite foi decretada a prisão preventiva do agente penitenciário Oziel Araújo Fernandes, de 41 anos, suspeito de ter atacado o médico. O caso segue sendo investigado pela Polícia Civil.
G1/RO

